Pensamentos de um Lunatico













21/03/2006 07:52
Certo dia o inferno estremeceu.
Um decaído se rebelava contra aquele que carrega a luz...
na angustia de não poder amar.
O Espírito de Luz o aprisionou em meio aos Sangue – sugas.
Gritava, clamava por uma resposta, chorava e lamentava o destino q lhe fora traçado, um abismo o separava da luz.

Num pranto gélido um anjo o tocou, com fogo derreteu seu coração, desembainhou uma espada com a qual destruiu as correntes, e as cabeças dos sangue – sugas rolaram aos pés... enxugou a lagrima e restaurou as asas queimadas, agora ele voava pra fora da dor ...
As chamas infernais arderam em fúria, dos condenados nenhum se salvará, é impossível à ele amar...
O príncipe das trevas comandava suas legiões, sanguinário, cheio de sede por vingança dia após dia, tramava a queda do decaído restaurado. Mas com suas novas asas ele seguia sem medo e sem olhar para trás em direção à Terra dos Amantes, e o Amor veio o receber nos portões da grande cidade q hoje o guarda dos ataques horrendos das legiões caídas.

O amor de um anjo rebelde restaurou um caído, luz e trevas se tornam uma só quando o amor permiti fazer esse laço...numa perfeita simbiose mutua que resulta em uma coisa ETERNIDADE...


TO BE CONTINUED...

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enviada por †Vaakevandring†



04/03/2006 12:49


Eu não chorarei no seu Sepulcro
E não enfeitarei sua Sepultura
Eu cantarei uma musica fúnebre
Enquanto seu corpo for cortejado
A inundação te carregará
Os lenços irão faltar
Das máscaras que te conduzem
À solidão da Terra

Suas chamas negras te conduzirão
Mais pedras colocaram no seu coração
Seus medos gritaram
As flores te cobrirão

Sua sorte foi lançada
Mas os dados estavam marcados
A aposta foi muito alta
E sua morte não pode pagar

Você clama das profundezas
Gritos sem resposta
Apenas ecos dos teus próprios gemidos
E sua podridão no ar

Meu coração sangra
Mas a lagrima não rola
Do tempo se fez nada
Num fechar sem abrir de olhos...



Meus sinceros Pesames ...

chorem lamentem e comentem...
enviada por †Vaakevandring†



16/12/2005 19:28



† Choro da Meia Noite †

Lagrimas e Gemidos, o pranto.
Os ponteiros se cruzam, o sino badala.
No choro da meia noite, palavras tolas
Erros se tornam acertos, desencontro literários
Tristeza associada a beleza
Amante da vida contemplando sua morte
Admira o espelho enquanto o sangue jorra dos seus pulsos
Doce veneno, maldição, condenação, Viver
Do sangue fostes salvo e do sangue será liberto
Livre de toda dor, a navalha é apenas a chave
Perda de consciência, frenético e saboroso adormecer
Breves, mui breves instantes de êxtase total
Curtos passos para uma longa jornada
Eterno, diante dos anjos, suas asas acolhedoras
O envolve como um couto nupcial
No orgasmo da imortalidade
No insano do ser
Abrir os olhos e estar sentado
Diante do portal que o medo impedi de ser alcançado
Mãos divinas e demoníacas passeiam sobre seu corpo
Vozes sagradas e profanas sussurram suas idéias
Mas, após a meia noite a lua adormece
O choro é interrompido, os olhos se fecham
Para um novo abrir, para um novo pranto
Meu anjo me deixe beijar o seu rosto
Somente tua luz me guiara ao meu descanso
Me conduza às tuas trevas
Colha minhas lagrima, antes que as tornem cristais
Não as deixe quebrar nesse chão gelado
Vermelho sangue, cinza de dor
Me lance próximo ao teu coração
Onde a chama arde sem cessar
Queime e destrua toda essa dor Vingue meu sofrer
Bela morte forjada ao sangue do lento desespero
Ao profundo prazer me atiro ao seu abismo
Me leve a você mude esse paraíso caótico

Ao fracasso só tenho a dizer
Quem tu escolheste falhou, o destino foi mudado
Parece a que não ...
A dor só aumentou mas...
Enquanto teu fogo arder o sangue irá jorrar

Do sangue nasceste no sangue morreste
Assim ressurgiras para morreres novamente

Amanhece com o cheiro podre
Do cadáver vivo
Sangrando até a morte



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enviada por †Vaakevandring†






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